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Condenação repercute no Brasil e Duke ganha apoio nas redes sociais

Chargista recebeu diversas manifestações de apoio, entre eles do jornalista Marcelo Tas, apresentador do programa CQC, da Rede Bandeirantes.

Condenado pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais após a publicação de uma charge sobre a arbitragem do jogo entre Cruzeiro x Ipatinga, válido pelas semifinais do Campeonato Mineiro de 2010, o cartunista Duke, da Sempre Editora, responsável pela publicação dos jornais O TEMPO e Super Notícia, recebeu nesta quarta-feira o apoio de importantes figuras públicas, além de inúmeras mensagens de solidariedade nas redes sociais em relação ao caso que está sendo tratado como um ataque à liberdade de imprensa no Brasil.

A matéria veiculada pelo O TEMPO e Super Notícia, onde o caso é detalhado – inclusive com a informação de que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro, autor da ação, trabalha como assessor na mesma Câmara onde o caso foi julgado -, recebeu milhares de compartilhamentos nas redes sociais. O jornalista Marcelo Tas, apresentador do programa CQC – Custe o que custar, da Rede Bandeirantes, foi um dos que saíram em defesa do companheiro de imprensa.

“Assim caminha a liberdade de expressão no Brasil: todo meu respeito e apoio ao chargista mineiro Duke, que sofre uma tentativa de mordaça por um juiz de futebol! Absurdo total!!?!?!?!?”, escreveu Tas, considerado pela revista Forbes Brasil uma das 100 pessoas mais influentes do país, em sua página oficial no Facebook.

Outro que também expressou sua indignação com condenação foi o também cartunista mineiro Quinho. “Todo o meu apoio ao Duke, diante da decisão absurda da Justiça. O árbitro de futebol, ao qual foi dado o ganho da causa, é assessor do TJ..”, postou no Facebook.

A página de entretenimento “Humor Esportivo”, conhecida pelas sátiras ao futebol brasileiro, muitas delas à arbitragem e ao STJD, também abraçou a causa do chargista. “Absurdo!!!! Até a liberdade de expressão as pessoas estão perdendo. Uma das coisas que achamos extraordinária é como os chargistas têm o poder de transformar fatos em desenhos, com crítica, bom humor e atingindo o seu público de uma forma admirável diversos temas em suas charges! Só falta essa moda pegar…”, destaca os administradores do site em sua conta no Facebook.

A charge e a condenação

Na ilustração, uma raposa aparece atropelada, além de um carro de polícia e dois personagens, o primeiro deles um torcedor, enquanto o segundo é um policial. Um diálogo é travado e o torcedor diz: “Primeiro o juiz assaltou o Tigre. Em seguida, o Tigre atropelou a Raposa”. Por sua vez, a autoridade policial responde “Calma aí, uma ocorrência de cada vez”.

A ilustração foi considerada ofensiva pelo árbitro da partida, Ricardo Marques Ribeiro, que entrou na Justiça alegando danos morais, além de um pedido público de retratação. O caso deve ganhar desdobramentos. Tanto a Sempre Editora quanto o chargista foram condenados a pagar R$ 15 mil ao árbitro.

http://www.otempo.com.br/superfc/condenacao-repercute-no-brasil-e-duke-ganha-apoio-nas-redes-sociais-1.780839

Vale a pena ler

Deputado do PDT que rejeitou benefícios cria inimigos na Câmara:

Maurício Savarese – Do UOL Notícias | Em Brasília

José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi o deputado proporcionalmente mais votado do país nas eleições

José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi o deputado proporcionalmente mais votado do país nas eleições

“Eu quero falar sobre as minhas propostas. As propostas.” Deputado proporcionalmente mais votado do país aos 38 anos de idade, José Antônio Reguffe (PDT-DF) quer evitar rótulos depois de já ter se tornado um incômodo para vários colegas. Novato na Câmara, abriu mão de uma série de benefícios, de forma irrevogável e sem precedentes. Defensor da austeridade no Congresso, onde é chamado de demagogo e de Dom Quixote por (muitos) adversários, ele cobra mais ousadia nos cortes de gastos públicos do governo da presidente Dilma Rousseff.

Com mais de 266 mil votos, ou 19% dos eleitores no Distrito Federal, o economista carioca ganhou destaque na Câmara Distrital durante o escândalo que levou à queda do então governador, José Roberto Arruda. Lá, tomou medidas semelhantes às que adotou no Congresso Nacional no início de seu primeiro mandato. Abriu mão dos 14º e 15º salários, rejeitou a cota de passagens aéreas, fixou em nove o número de assessores de gabinete –poderiam ser 25–, e descartou receber qualquer verba indenizatória até o fim do mandato.

“Se o político faz algo errado, jogam pedra. Se faz o que é certo, querem julgar a intenção. Eu pelo menos estou fazendo a minha parte. Tudo que eu proponho eu dou exemplo antes no meu gabinete”, disse Reguffe ao UOL Notícias. “Quem dera tantos fossem demagogos como eles acham que eu sou. O contribuinte agradeceria. A população hoje não acredita na classe política. Isso é culpa dos personagens, por desvios éticos inaceitáveis. Mas também é culpa do sistema como um todo. Um sistema que os políticos profissionais não querem mudar.”

De acordo com cálculos do pedetista, ao final do seu mandato ele terá economizado aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões com suas medidas. Se todos os 513 deputados tomassem as mesmas iniciativas, a economia seria de mais de R$ 1,2 bilhão –embora esteja nesse valor o auxílio-moradia, fundamental para parlamentares de fora de Brasília. “Podem me criticar por qualquer coisa, menos dizer que eu não fiz no meu mandato exatamente o que disse que ia fazer na minha campanha”, afirma Reguffe. “Isso que fiz é compromisso de campanha.”

Governo e propostas

Eleitor de Marina Silva (PV) na disputa presidencial, o pedetista aprova as medidas “impopulares, mas necessárias” de Dilma na área econômica, como o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) no uso de cartão de crédito no exterior e os cortes no orçamento, que superam os R$ 50 bilhões. Mas acredita que é pouco diante do “governo gordo” que gasta 90% do que arrecada com custeio da máquina. “O Estado não tem de ser eficiente. Precisamos fazer um choque de gestão para que o Estado cumpra sua função”, disse.

Um dos alvos do deputado em seus primeiros meses de Congresso é o projeto do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, aprovado esta semana e que destinará R$ 20 bilhões em financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a uma obra que ele considera “uma corrupção das prioridades”. “Temos que investir em educação, saúde e segurança pública. Não é prioridade construir um trem”, disse ele, pausadamente, por conta de uma gripe pesada, mas que não o impediu de ir às votações na Câmara na quarta-feira (13).

O deputado defende, entre outras medidas de austeridade, a redução do número de ministérios e dos cargos de confiança. Ele também defende uma correção nos limites de isenção da tabela de Imposto de Renda, o que aliviaria a carga tributária sobre assalariados e membros da classe média. “O governo só propõe corrigir a tabela em 4,5%, abaixo da inflação no período. Se usarmos o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 1%, podemos diminuir a defasagem na tabela. A proposta atual aumenta mais a carga tributária”, disse.

Ao lado de colegas que o criticam e fazem piada do seu jeito espartano, ele atua na comissão pela reforma política com cinco propostas: acabar com a reeleição para cargos majoritários e limitação de uma recondução em cargos legislativos; voto distrital; fim do voto obrigatório; abertura para revogação de mandatos de eleitos que não cumpram seus compromissos e campanha e financiamento público de campanha, com possibilidades idênticas para todos os partidos. “Tem de ganhar pelo conteúdo, e hoje é uma competição para arrecadar”, avalia.

Da mesma forma que fez na Câmara Distrital, onde não faltou em nenhuma sessão ordinária ao longo de seu mandato, Reguffe participa da Comissão de Defesa do Consumidor no Congresso. Defende o fim da assinatura básica de telefone, água e luz.  Os planos de saúde também atraem a antipatia do pedetista. “Precisam ser fiscalizados”, afirmou. Simpatia ele só se permite ter em público pelo catolicismo –frequenta missas todos os domingos– e pelo Flamengo. “Nenhum dos dois é por demagogia”, brinca. “Nem o resto.”

Leia a matéria na íntegra

Brasil terá congresso internacional de histórias em quadrinhos

O Brasil vai sediar um congresso científico de histórias em quadrinhos. É a primeira vez que o país tem um evento nesses moldes. O encontro acadêmico irá ocorrer em agosto deste ano na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

As I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos – nome do congresso – são organizadas pelo Observatório de Histórias em Quadrinhos da USP, núcleo criado há duas décadas com a função de estudar e promover encontros sobre a área.

Este congresso conta com um comitê científico formado por 21 pesquisadores de universidades brasileiras e de outros países, todos doutores e de áreas diferentes.  São eles que irão avaliar os resumos e artigos inscritos.

A submissão de trabalhos passará por duas etapas. Na primeira, os participantes inscrevem os resumos das exposições que pretendem fazer. O prazo vai envio termina no dia 31 de março. Caso a proposta seja aprovada, a pessoa é convidada a encaminhar o artigo.

Quem quiser participar apenas como ouvinte pode se inscrever até 31 de julho. As informações constam no site oficial do encontro. O congresso será realizado entre os dias 23 e 26 de agosto.

Serviço

I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos

Quando: 23 a 26 de agosto de 2011

Onde: Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

Inscrições:

  • Até 31 de março – resumos
  • Até 31 de julho – ouvintes (sem apresentação de trabalho)

Onde se inscrever: http://www.jornadasinternacionais.com.br/

Contato

Paulo Ramos

jornadasinternacionais@gmail.com

Telefone: (11) 9964-1607

2011!

Em primeiro lugar, obrigado a todos pelas visitas e comentários, em segundo, minhas 3 metas  para o próximo ano:

1 – Atualizar os site todos os dias

2 – Atualizar os site todos os dias

3 – Atualizar os site todos os dias

É isso!

Abs

Duke